Pinguim-Imperador

Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Sphenisciformes
Família : Spheniscidae
Gênero: Aptenodytes
Espécie: A. forsteri
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Sphenisciformes
Gênero: Aptenodytes
Espécie: A. forsteri
Esses animais vivem no continente antártico, em colônias muito numerosas. Na Ilha Coulman, por exemplo, chegam a reunir-se cerca de 300.000 pinguins-imperador. Esses animais apresentam monogamia em série, ou seja, só tem um parceiro em cada ano, permanecendo fiéis durante esse período.
No início do outono (março), macho e fêmea acasalam, e, após botar o ovo, a fêmea volta para o mar, deixando ao macho a tarefa de chocá-lo. Durante 64 dias o macho não faz outra coisa. Imóvel, ele passa mais de dois meses em jejum, até o ovo eclodir. Antes de o macho iniciar a incubação, o casal realiza a “operação passa-passa” do ovo, com as patas. Caso o ovo escape da pata de algum deles e caia no chão, é imediatamente desprezado, pois basta uma exposição de segundos à temperatura ambiente (que gira em torno de -30° a -80°C) para que o embrião morra.
A plumagem escura dessas aves torna-se castanha, de novembro a fevereiro, antes da muda anual (janeiro-fevereiro), sendo que esta leva em torno de 34 dias para ser completada.
O pinguim-imperador é um excelente nadador, pode mergulhar até 60 m de profundidade e é capaz de resistir 15 min debaixo da água. Possuem um corpo esguio que minimiza o atrito enquanto nadam, suas asas atrofiadas se tornam barbatanas duras e planas para “voarem” na água. Flutuam com facilidade graças à grande quantidade de gordura corporal que possuem.
Como essa espécie não possui locais de incubação fixos, esses pingüins precisam utilizar os chamamentos vocais para a identificação dos parceiros. Quando os adultos vocalizam, utilizam dois intervalos de frequência simultaneamente, já as crias, utilizam uma vocalização modulada em frequência para pedir comida e para chamar os pais.
A taxa de sobrevivência média anual desses pinguins é de aproximadamente 95,1%, com uma esperança média de vida de 19,9 anos.
A alimentação desses animais é composta, basicamente, por peixes, crustáceos e cefalópodes, embora a composição da dieta varie de população para população.
Nenhum comentário:
Postar um comentário